A imagem diz tudo…
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Os gastos com dinheiro público na palma da sua mão.
Agora acabei de atualizar o projeto droidOpenDataBR, que tem como principal objetivo levar até a mão de todos os brasileiros com celular Android como foi usados as verbas públicas. Este projeto foi desenvolvido em uma mesa de bar tomando cerveja e conversando com o Maluco (Thiago Rondon), este pacote prover uma ferramenta baseado em software-livre para plataforma Android para manipulação de dados abertos governamentais. A atualização esta funcionando com a nova API do serviço “Para Onde Foi Meu Dinheiro?“. Este aplicativo é uma ferramenta interessante para quem deseja saber como é gasto o dinheiro que todos nós pagamos em forma de impostos (inclusive a empresa destino). “Ao todo, de janeiro a novembro, pagamos R$ 113,3 bilhões em tributos aos cofres do governo estadual. O governo gastou R$ 135 milhões, mas isso inclui repasses e a arrecadação de dezembro.” ( http://afinaldecontas.blogfolha.uol.com.br/2013/01/17/descubra-como-o-governo-de-sao-paulo-gasta-seu-dinheiro/#comment-3526 ).
Para os interessando, a seguir o QRCode ou na loja de aplicativos do Google.
Alternando entre a GPU ATI e Intel no openSUSE.
Deixo neste post a dica de como alternar entre 2 placas de vídeos em computatores e/ou notebooks que carregam na configuração 2 placas de vídeos como os computadores Dell inspiron.
Primeiramente com o pacote kernel-source devidamente instalado e configurado (via YAST ou manualmente), instale o pacote fglrx64_xpic_SUSE122-9.002-1.x86_64.rpm localizado em:http://geeko.ioda.net/mirror/amd-fglrx/openSUSE_12.2/x86_64/
Modo fácil, no AMD Catalyst Control Center pode mudar para a GPU intel e AMD com apenas alguns cliques conforme as figuras a seguir:
Modo JEDI (console)
Obtendo informações da placa de vídeo ativa:
# fglrxinfo display: :0 screen: 0 OpenGL vendor string: Advanced Micro Devices, Inc. OpenGL renderer string: AMD Radeon HD 7700M Series OpenGL version string: 4.2.11931 Compatibility Profile Context
Com a GPU ATI, testaremos a sua performance e veremos um desempenho de 1700 fps:
# fgl_glxgears Using GLX_SGIX_pbuffer 5211 frames in 5.0 seconds = 1042.200 FPS 5017 frames in 5.0 seconds = 1003.400 FPS 8507 frames in 5.0 seconds = 1701.400 FPS 6168 frames in 5.0 seconds = 1233.600 FPS 6700 frames in 5.0 seconds = 1340.000 FPS 6841 frames in 5.0 seconds = 1368.200 FPS 8632 frames in 5.0 seconds = 1726.400 FPS
Alternando para placa intel:
# aticonfig --px-igpu PowerXpress info: Diagnostic output from /usr/lib64/fglrx/switchlibglx: Switch to Intel PowerXpress: Integrated GPU is selected (Power-Saving mode), please restart Xserver(s) for changes to take effect!
Obtendo informações e testando o desempenho (agora teremos apenas 60 fps).
# fglrxinfo display: :0 screen: 0 OpenGL vendor string: Tungsten Graphics, Inc OpenGL renderer string: Mesa DRI Intel(R) Ivybridge Mobile OpenGL version string: 3.0 Mesa 8.0.4 # fgl_glxgears Using GLX_SGIX_pbuffer 274 frames in 5.0 seconds = 54.800 FPS 301 frames in 5.0 seconds = 60.200 FPS 301 frames in 5.0 seconds = 60.200 FPS 301 frames in 5.0 seconds = 60.200 FPS 302 frames in 5.0 seconds = 60.400 FPS 301 frames in 5.0 seconds = 60.200 FPS 301 frames in 5.0 seconds = 60.200 FPS 301 frames in 5.0 seconds = 60.200 FPS
Retornando a GPU ATI com principal:
# aticonfig --px-dgpu PowerXpress info: Diagnostic output from /usr/lib64/fglrx/switchlibglx: Switch to AMD PowerXpress: Discrete GPU is selected (High-Performance mode), please restart Xserver(s) for changes to take effect!
Adicionando comando no SUDO!
Deixo neste post um exemplo de como adicionar comando no SUDO.
## ## User privilege specification ## root ALL=(ALL) ALL cabelo ALL=NOPASSWD:/usr/bin/zypper,/bin/rpm,/usr/bin/make,/sbin/ldconfig,/usr/bin/nmcli
Dica: “????????????” no permissions no adb
Um problema muito comum no comando adb devices, é a falta de permissão para execução deste comando que deriva no erro a seguir:
$ adb devices List of devices attached ???????????? no permissions
A solução rápida é reexecutar o comando com super usuario:
SU adb kill-server adb start-server adb devices;
Agora a solução permanente é adicionar a permissão, baseado no seu device:
# lsusb Bus 001 Device 002: ID 8087:0024 Intel Corp. Integrated Rate Hub Bus 001 Device 003: ID 0bda:0129 Realtek Semiconductor Corp. Bus 002 Device 003: ID 0cf3:e004 Atheros Communications, Inc. Bus 003 Device 004: ID 15d9:0a4c Trust International Optical Mouse Bus 003 Device 006: ID 22b8:7090 Motorola PCS
Agora com o device 22b8 (Motorola identificado), criaremos a respectiva permissão:
vi /etc/udev/rules.d/51-android.rules
SUBSYSTEM=="usb", SYSFS{idVendor}=="22b8", MODE="0666"
SUBSYSTEM=="usb", SYSFS{idVendor}=="22b8", OWNER="YOUR_USER" GROUP="YOUR_USER_GROUP"
Agora execute os comandos:
chmod a+r /etc/udev/rules.d/51-android.rules udevadm control --reload-rules
Para facilitar a vida de todos, abaixo a lista de fabricantes:
| Acer | 0502 |
| Dell | 413c |
| Foxconn | 0489 |
| Garmin-Asus | 091E |
| HTC | 0bb4 |
| Huawei | 12d1 |
| Kyocera | 0482 |
| LG | 1004 |
| Motorola | 22b8 |
| Nvidia | 0955 |
| Pantech | 10A9 |
| Samsung | 04e8 |
| Sharp | 04dd |
| Sony Ericsson | 0fce |
| ZTE | 19D2 |
Rifle usa Linux
Caçadas nunca foram um jogo justo. Em uma cena de Guerra e Paz, um jovem aristocrata chega a empregar 130 cachorros e 20 homens a cavalo para capturar um pequeno grupo de lobos. Graças à tecnologia, no entanto, estamos começando a trilhar o caminho dos aimbots na vida real. Uma startup chamada Trackingpoint apresentou ontem um rifle que utiliza uma série de sensores gerenciados por uma versão modificada do Linux para auxiliar o atirador a reconhecer, mirar e atirar em seu alvo.
A arma em si é uma Lapua Magnum de calibre 0,338” (cerca de 8,6 mm) com um cano Krieger de 27” (68,58 cm) que dispara projéteis de aproximadamente 19 gramas. Um rifle parecido foi muito utilizado nas guerras do Afeganistão e do Iraque. O diferencial do Trackingpoint XS1 está no sistema de mira a laser computadorizado e no mecanismo de gatilho dinâmico que elimina a imprecisão causada pelos reflexos do caçador ao atirar. Os projéteis utilizados também são especiais porque a empresa precisa exercer um controle maior sobre sua fabricação. A certeza de que cada bala segue uma série de especificações de peso e resistência torna possível o cálculo de sua trajetória no momento do tiro.
Para determinar exatamente onde o projétil vai parar, o computador embutido no XS1 leva em conta a distância, a idade do cano, a humidade, a temperatura ambiente e outros parâmetros. Essas informações, assim como os ângulos de inclinação da arma, aparecem em uma tela que lembra muito o visor ocular digital de câmera fotográfica.
O sistema de mira também grava ininterruptamente a ação captada pelas suas lentes. A memória interna que armazena esses vídeos pode ser expandida graças a uma porta USB. Há ainda um pequeno servidor de Wi-Fi no próprio rifle que pode fazer streaming ao vivo de tudo que é captado pelo sistema de mira para um iPad, o que facilita o reconhecimento da presa. Como não poderia deixar de ser, os vídeos também podem ser transferidos para sites como o YouTube. Claro, todos esses recursos têm um preço: a brincadeira sai por pelo menos 17.000 dólares.
Fonte: “Info Exame e Ars Technica.”
Artigo publicado: Visão Computacional – Reconhecendo objetos na plataforma Linux via Webcam
Dispositivos de vídeo-captura ganham inteligência em função de algoritmos de visão computacional. Para tratar deste assunto, tal segmento demanda conhecimentos matemáticos, domínio com rotinas de processamentos de imagens e sólidos fundamentos sobre manipulação da API V4L2. Neste documento, veremos como utilizar todos estes conceitos com soluções Open Source. No meu ponto de vista, o código fonte deste projeto serve como fonte de aprendizado para quem deseja se aventurar nesta àrea. Texto na integra AQUI!
Instalação do openSUSE/SUSE Enterprise com ISO remota via http.
Diversos motivos pode levar um ser humano à desejar efetuar a instalação Linux a partir de uma imagem remota, um deles é a ausência ou defeito de uma unidade de DVD e outros. Seja qual for o motivo, a seguir uma receita de bolo.
1 – Crie um pendrive ou CD inicializável, mais informações AQUI.
2 – Monte a imagem ISO de DVD:
# mount -o loop /dados/iso/SLES-11-SP2-DVD-x86_64.iso /srv/www/htpdocs/install/sles11/CD1/
3 – Atribua os direitos:
# chown -R wwwrun.www /srv/www/htpdocs/install/sles11/CD1/
4 – Partindo do príncipio que o apache esta devidamente instado e configurado, adicione as seguintes linhas no arquivo /etc/apache2/httpd.conf
<Directory /srv/www/htdocs/install/sles11/CD1/> Options Indexes Order allow,deny allow from all </Directory>
5 – Agora nos parâmetro do boot digite a seguinte linha:
install=http://192.168.1.108/install/sles11/CD1/SLES-11-SP2-DVD-x86_64-GM-DVD1.iso network=1 netsetup=hostip hostip=192.168.1.200 netmask=255.255.254.0 gateway=192.168.1.1
ATENÇÃO: 192.168.1.108 = IP do servidor, 192.168.1.200 = IP da sua máquina, e obviamente 192.168.1.1=gateway.
Simplesmente UbuntuPhone!
Toma UEFI e Windows 8, quem manda na máquina sou EU!
A Microsoft junto a tecnologia de firmware UEFI (explicarei nos post futuros), dificulta a instalação do sistema operacional Linux em máquninas com o Secure Boot habilitado. Porém a Canonical tem a sua própria chave para o Secure Boot, diferente do Fedora, Suse e outras distribuições que decidiram de forma pacífica comprar a chave.
Então utilizei o CD do Ubuntu 12.2 e peguei o que me interessava, “o /boot” formatado com ext2 e pronto!
Como sou usuário Linux deixei o grub2 como opção de boot, mas como alternativa e para mostrar que EU MANDO NA MÁQUINA, o windows 8 pode também iniciar o linux com o programa EasyBCD conforme a imagem abaixo.













