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OpenCV 2.0.0 – Saiu do forno!

opencvHoje, 01 de outubro,  durante a madruga, durante a conversa com  a minha amiga  Renata Padovan no msn, resolvi em paralelo visitar o  source forge e  SURPRESA!  Lá estava disponível a versão 2.0.0  da biblioteca OpenCV.

Entre inúmeras novidades,  a seguir as principais comparada  a versão 1.o:

  • Interface em C++;
  • Repositporio migrado  para SubVersion;
  • Rotinas mais performáticas;
  • Otimizações para MMX/SSE/SSE2/SSE3;
  • Treinamento em multithread (qundo compilado com OpenMP);
  • e muitas outras novidades…

Mais informações AQUI!

Codec On2 VP8 pode ameaçar o reinado do H.264.

filtroO mercado de codecs pode sofre modificações a médio prazo, pois foi anunciado o acordo de aquisição da On2 Technologies pela Google ainda este ano. A On2 (A.K.A. The Duck Corporation ) é uma empresa especializada no mercado de compressão de vídeos em alta qualidade. Seguinte o site da empresa, mais de 2 bilhões de computadores no mundo utilizam a sua tecnologia de compressão, “On2 Video é o formato líder entre as empresas de soluções de mídia incluindo Adobe, Skype, Nokia, Infineon, Sun Microsystems, Mediatek, Sony, Brightcove e Move Networks”.

Sendo assim, é muito provável a Google passar a utilizar o codev VP8 na versão HTML5 do YouTube. Isto provocaria uma atualização imediata de codecs em massa nos navegadores (substituindo os formatos padrões em Flash).

Pensei que o reinado do h.264 estava intocável por um breve período. Mas com esta compra da On2 pela Google, o cenário muda completamente. A especificação técnica menciona que o VP8 é mais eficiente que H.264. Se a Google liberar o uso do VP8 (como sempre faz)  ou utilizar uma política de licenciamento menos agressiva ao mercando, com certeza  o futuro do vídeo monitoramento e das mídia  digitais não estará tão definido como eu imaginava.

O VP8 possui o loop filter (permite filtro em diferentes partes do quadro), suporta processadores a partir do ARM 9 100MHZ (Viva \o/ !!!) e explora com e eficiência os processadores multicore paralelizados SMP (multiprocessamento simétrico).

Para efeito de informação, lembro como se fosse hoje, quando em 2002  (Ainda  usava o Conectiva ) a On2 liberou para domínio público o codec VP3. O mesmo serviu de base para o desenvolvimento do codec de código aberto Ogg Theora que utilizo no meu dia-a-dia.

Mais informações em On2 .

h264

Aprovada a resolução para o uso da Internet na rede elétrica!

3caa-222x300“A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou a resolução que define as regras para o uso da tecnologia Power Line Communications (PLC). O documento delimita o uso da rede de distribuição para fis de telecomunicações. Isso deve garantir a estabilidade e qualidade do serviço, além de manter um preço compatível das tarifas.

A resolução também traz uma clausula informando que as empresas que prestarem serviços com a tecnologia PLC não devem comprometer a qualidade do fornecimento de energia. Caso haja necessidade de investimento em infra-estrutura, o custo ficará por conta da própria companhia.

Uma das vantagens do novo formato é a possibilidade de utilizar a rede atual para fazer a transmissão de dados, sem que haja a necessidade imediata de expandir ou adequar a estrutura existente. Por exemplo, a agência prevê que o aluguel dos fios para as empresas de internet por ajudar a reduzir as taxas de eletricidade.”

Fonte :  info  plantão.

Você usará esta tecnologia um dia… Porém como toda inovação, possui muitos “bugs”,logo paciência é preciso até atingir o seu estado de maturidade. A rede elétrica evoluiu muito mas não o suficiente para não trazer problemas :(  …  Mas são problemas contornáveis até um certo ponto. E com certeza, grande parte da reclamação será culpa do usuário.

Pois quando assistimos um noticiário na TV e ligamos o liquidificador, derivamos automaticamente na interferência na imagem do televisor,  ou seja  os chuviscos ( principalmente em residências com circuito monofásicos ). Vale apena ressaltar que alguns  equipamentos geram interferências até em circuitos trifásicos! Então, não preciso nem dizer a qualidade da internet neste cenário…
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Vantagens:

  • Facilidade de implantação (já possuimos energia em casa);
  • Praticidade (basta ligar na tomada);
  • Taxa de transmissão 200Mbps;
  • Segurança : DES 56 bits;
  • Interface Ethernet, USB e wireless;
  • Dispensa o uso dos ‘leituristas’.

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Cartão de Crédito Linux Foundation

cardVisaA rede Visa em parceria com  a Linux Foundation  disponibiliza um cartão de crédito especialmente para as pessoas  que contribuem com  o movimento OpenSource e  os avanços no sistema operacional do GNU/Linux.

“A Fundação receberá 50 dólares a cada cartão ativado, além de uma porcentagem sobre as despesas pagas com cada cartão. A verba arrecadada será redirecionada para custear o deslocamento de membros da comunidadade, além de financiar eventos técnicos.” Parece que  por enquanto o cartão só está disponível nos Estados Unidos.

Mais informações CLIQUE AQUI!

No ar o KVB, Kretcheu Video Blog

Compartilho neste  post  o lançamento do KVB (Kretcheu Video Blog).   Dirigido ao público que deseja conhecer ou aprimorar seus conhecimentos sobre software livre, redes e internet. Com video-aulas, tutoriais e dicas com  uma linguagem acessível e didática.  Apresentado pelo Kretcheu, professor universitário e entusiasta do software livre  (Conheci este amigo em Itatiba e  o admiro muito )…

Venda do Microsoft Word é proibida nos EUA!

Juiz decidiu favoravelmente à canadense i4i que processou a empresa por violação de patente que manipula arquivos .XML.

11_word60Uma decisão do juiz da Divisão Tyler do Distrito Leste do Estado do Texas (Estados Unidos), Leonard Davis, proíbe a Microsoft de “comercializar, oferecer para venda ou importar para os Estados Unidos qualquer versão, atual ou futura, do Microsoft Word 2003, Microsoft Word 2007 e Microsoft Word que ofereça capacidade de abrir arquivos .XML, .DOCX ou .DOCM (um arquivo XML) contendo XML customizado”.

A decisão decorre do processo civil 6-07CV0113, de março de 2007, movido pela i4i Limited Partnership and Infrastructures for Information, Inc., empresa canadense com sede em Ontário, que acusa a Microsoft de infringir a patente U.S. No. 5.787.449 (conhecida como ‘patente 449’).

A patente, intitulada (tradução livre) “Métodos e sistemas para manipular a arquitetura e o conteúdo de um documento, separados um do outro” (do inglês “Method and System for Manipulating the Architecture and the Content of a Document Separately from Each Other”), foi concedida legalmente à i4i em 28/7/1998, a partir de quando a empresa teria todos os direitos sobre ela.

Na documentação apresentada à corte pelo advogado da i4i, Sam F. Baxter, do escritório McKOOL Smith. P.C. em 8/3/2007, a Microsoft, mesmo tendo conhecimento da existência dessa patente, usou e continua utilizando a tecnologia – sem autorização – no Word 2003, Word 2007, NET Framework e Windows Vista, “infringindo direta e indiretamente a patente 449”. Mesmo depois de informada de tal infração, afirma a petição, a desenvolvedora norte-americana teria continuado a utilizar a patente deliberadamente, gerando perdas e prejuízos à i4i.

Na Injunção Permanente (do inglês “Permanent Injunction”) proferida nesta terça-feira (11/8), sob o número 413, o juiz Leonard Davis determina que, em 60 dias (contados a partir da data da sentença), a Microsoft está proibida de vender os produtos do Word que infringem a patente 449.

Foi estipulado que a Microsoft deve pagar 200 milhões de dólares à i4i como indenização pela infração da patente 449. A empresa deve pagar ainda 40 milhões de dólares como indenização por prejuízos causados pela infração intencional da patente; outros 11,9 milhões de dólares devem ser pagos a título de perdas pós-veredicto e mas 37 milhões de dólares referentes a juros pré-julgamento.

Procurada por PC World, a Microsoft enviou uma declaração na qual seu porta-voz, Kevin Kutz afirma: “Estamos desapontados com a decição da corte. Acreditamos que as evidências claramente demonstram que nós não infringimos [qualquer patente] e que a patente da i4i não é válida. Iremos apelar do veredicto”.

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Fonte da informação:  ZDNet e Techlider.