Deixo neste post um exemplo de como adicionar comando no SUDO.
## ## User privilege specification ## root ALL=(ALL) ALL cabelo ALL=NOPASSWD:/usr/bin/zypper,/bin/rpm,/usr/bin/make,/sbin/ldconfig,/usr/bin/nmcli
Deixo neste post um exemplo de como adicionar comando no SUDO.
## ## User privilege specification ## root ALL=(ALL) ALL cabelo ALL=NOPASSWD:/usr/bin/zypper,/bin/rpm,/usr/bin/make,/sbin/ldconfig,/usr/bin/nmcli
Um problema muito comum no comando adb devices, é a falta de permissão para execução deste comando que deriva no erro a seguir:
$ adb devices List of devices attached ???????????? no permissions
A solução rápida é reexecutar o comando com super usuario:
SU adb kill-server adb start-server adb devices;
Agora a solução permanente é adicionar a permissão, baseado no seu device:
# lsusb Bus 001 Device 002: ID 8087:0024 Intel Corp. Integrated Rate Hub Bus 001 Device 003: ID 0bda:0129 Realtek Semiconductor Corp. Bus 002 Device 003: ID 0cf3:e004 Atheros Communications, Inc. Bus 003 Device 004: ID 15d9:0a4c Trust International Optical Mouse Bus 003 Device 006: ID 22b8:7090 Motorola PCS
Agora com o device 22b8 (Motorola identificado), criaremos a respectiva permissão:
vi /etc/udev/rules.d/51-android.rules
SUBSYSTEM=="usb", SYSFS{idVendor}=="22b8", MODE="0666"
SUBSYSTEM=="usb", SYSFS{idVendor}=="22b8", OWNER="YOUR_USER" GROUP="YOUR_USER_GROUP"
Agora execute os comandos:
chmod a+r /etc/udev/rules.d/51-android.rules udevadm control --reload-rules
Para facilitar a vida de todos, abaixo a lista de fabricantes:
| Acer | 0502 |
| Dell | 413c |
| Foxconn | 0489 |
| Garmin-Asus | 091E |
| HTC | 0bb4 |
| Huawei | 12d1 |
| Kyocera | 0482 |
| LG | 1004 |
| Motorola | 22b8 |
| Nvidia | 0955 |
| Pantech | 10A9 |
| Samsung | 04e8 |
| Sharp | 04dd |
| Sony Ericsson | 0fce |
| ZTE | 19D2 |
Caçadas nunca foram um jogo justo. Em uma cena de Guerra e Paz, um jovem aristocrata chega a empregar 130 cachorros e 20 homens a cavalo para capturar um pequeno grupo de lobos. Graças à tecnologia, no entanto, estamos começando a trilhar o caminho dos aimbots na vida real. Uma startup chamada Trackingpoint apresentou ontem um rifle que utiliza uma série de sensores gerenciados por uma versão modificada do Linux para auxiliar o atirador a reconhecer, mirar e atirar em seu alvo.
A arma em si é uma Lapua Magnum de calibre 0,338” (cerca de 8,6 mm) com um cano Krieger de 27” (68,58 cm) que dispara projéteis de aproximadamente 19 gramas. Um rifle parecido foi muito utilizado nas guerras do Afeganistão e do Iraque. O diferencial do Trackingpoint XS1 está no sistema de mira a laser computadorizado e no mecanismo de gatilho dinâmico que elimina a imprecisão causada pelos reflexos do caçador ao atirar. Os projéteis utilizados também são especiais porque a empresa precisa exercer um controle maior sobre sua fabricação. A certeza de que cada bala segue uma série de especificações de peso e resistência torna possível o cálculo de sua trajetória no momento do tiro.
Para determinar exatamente onde o projétil vai parar, o computador embutido no XS1 leva em conta a distância, a idade do cano, a humidade, a temperatura ambiente e outros parâmetros. Essas informações, assim como os ângulos de inclinação da arma, aparecem em uma tela que lembra muito o visor ocular digital de câmera fotográfica.
O sistema de mira também grava ininterruptamente a ação captada pelas suas lentes. A memória interna que armazena esses vídeos pode ser expandida graças a uma porta USB. Há ainda um pequeno servidor de Wi-Fi no próprio rifle que pode fazer streaming ao vivo de tudo que é captado pelo sistema de mira para um iPad, o que facilita o reconhecimento da presa. Como não poderia deixar de ser, os vídeos também podem ser transferidos para sites como o YouTube. Claro, todos esses recursos têm um preço: a brincadeira sai por pelo menos 17.000 dólares.
Fonte: “Info Exame e Ars Technica.”
Dispositivos de vídeo-captura ganham inteligência em função de algoritmos de visão computacional. Para tratar deste assunto, tal segmento demanda conhecimentos matemáticos, domínio com rotinas de processamentos de imagens e sólidos fundamentos sobre manipulação da API V4L2. Neste documento, veremos como utilizar todos estes conceitos com soluções Open Source. No meu ponto de vista, o código fonte deste projeto serve como fonte de aprendizado para quem deseja se aventurar nesta àrea. Texto na integra AQUI!
Diversos motivos pode levar um ser humano à desejar efetuar a instalação Linux a partir de uma imagem remota, um deles é a ausência ou defeito de uma unidade de DVD e outros. Seja qual for o motivo, a seguir uma receita de bolo.
1 – Crie um pendrive ou CD inicializável, mais informações AQUI.
2 – Monte a imagem ISO de DVD:
# mount -o loop /dados/iso/SLES-11-SP2-DVD-x86_64.iso /srv/www/htpdocs/install/sles11/CD1/
3 – Atribua os direitos:
# chown -R wwwrun.www /srv/www/htpdocs/install/sles11/CD1/
4 – Partindo do príncipio que o apache esta devidamente instado e configurado, adicione as seguintes linhas no arquivo /etc/apache2/httpd.conf
<Directory /srv/www/htdocs/install/sles11/CD1/> Options Indexes Order allow,deny allow from all </Directory>
5 – Agora nos parâmetro do boot digite a seguinte linha:
install=http://192.168.1.108/install/sles11/CD1/SLES-11-SP2-DVD-x86_64-GM-DVD1.iso network=1 netsetup=hostip hostip=192.168.1.200 netmask=255.255.254.0 gateway=192.168.1.1
ATENÇÃO: 192.168.1.108 = IP do servidor, 192.168.1.200 = IP da sua máquina, e obviamente 192.168.1.1=gateway.
A Microsoft junto a tecnologia de firmware UEFI (explicarei nos post futuros), dificulta a instalação do sistema operacional Linux em máquninas com o Secure Boot habilitado. Porém a Canonical tem a sua própria chave para o Secure Boot, diferente do Fedora, Suse e outras distribuições que decidiram de forma pacífica comprar a chave.
Então utilizei o CD do Ubuntu 12.2 e peguei o que me interessava, “o /boot” formatado com ext2 e pronto!
Como sou usuário Linux deixei o grub2 como opção de boot, mas como alternativa e para mostrar que EU MANDO NA MÁQUINA, o windows 8 pode também iniciar o linux com o programa EasyBCD conforme a imagem abaixo.
A seguir um screenshot da configuração LDAP no thunderbird e ownCloud 4.5.
Para o thunderbird, basta inserir o nome do servidor, IP e a BASE DN conforme a imagen a seguir.
Já no pacote ownCloud 4.5 o campo Name foi substituido pelo campo User DN, então na imagem a seguir as devidas alteração de sintaxe:
Publicado um artigo no exemplar da revista Linux Magazine número 96, um documento de como criar programas para a plataforma FirefoxOS que surgirá no próximo ano em celulares. A Mozilla disponibilizará seu sistema para tablets e smartphones no Brasil em 2013, gerando oportunidades para desenvolvedores. Neste artigo veremos os primeiros passos para criação de novos aplicativos. Mais informações AQUI.