Acesso ao usuario root no Motorola DEXT.

Graças ao link enviado pelo Luiz Giovanini da NETi, consegui destravar e obter acesso ao usuário root no sistema linux do meu Android 1.5 (Motorola DEXT). Abaixo os procedimentos passo-a-passo como também aqui, o link de download dos binários utilizados. Por precaução, caso o link de download um dia deixe de existir, adicionei os binários utilizados dentro da imagem abaixo. ATENÇÃO: Danos causado ao equipamento  devido a utilização deste texto não é de responsabilidade do autor. sendo assim o proprietário do aparalho deve estar ciente de todos os ricos antes de proceder.

Primeiramente, após o download, descompacte o arquivo .rar.

$ unrar x Moto_MSM_Root.rar
UNRAR 3.90 beta 3 freeware      Copyright (c) 1993-2009 Alexander Roshal
Extracting from ../Moto_MSM_Root.rar
Extracting  install-root.sh                                           OK
Extracting  rageagainstthecage-arm5.bin                               OK
Extracting  su                                                        OK
Extracting  Superuser.apk                                             OK
All OK

Entre na pasta Moto_MSM_Root recém criada e adiciones todos os arquivos no aparelho via ADB.

# cd Moto_MSM_Root/
# adb push Superuser.apk /sdcard/Superuser.apk
# adb push su /sdcard/su
# adb push rageagainstthecage-arm5.bin /data/local/tmp/rageagainstthecage-arm5.bin
# adb push install-root.sh /data/local/tmp/install-root.sh

No shell do celular atribua os direitos de execução aos arquivos conforme o exemplo abaixo:

$ adb shell
$ cd /data/local/tmp
$ chmod 0755 rageagainstthecage-arm5.bin
$ chmod 0755 install-root.sh

Agora desconecte o celular do computador e entre no terminal de sua preferência no Motorola DEXT para executar os comando abaixo. No meu caso, utilizei o  ConnectBot.

$ cd /data/local/tmp
$./rageagainstthecage-arm5.bin
$ exit

Entre no console novamente e execute o script install-root.sh

# /data/local/tmp/install-root.sh
mount -o rw,remount /dev/block/mtdblock1 /system
cat /sdcard/su > /system/xbin/su
chown root.root /system/xbin/su
chmod 6755 /system/xbin/su
cat /sdcard/Superuser.apk > /system/app/Superuser.apk
chown root.root /system/app/Superuser.apk
chmod 644 /system/app/Superuser.apk
mount -o ro,remount /dev/block/mtdblock1 /system

Agora falta recompilar o kernel do meu android para habilitar o Netfiler para fazer o tethering via wireless para o meu iPad. Alguém tem uma receita de bolo inicial?

Atribuo todos os créditos deste post ao Sebastian Krahmer at C skills

Formato de imagem da Google apresenta tamanho até 40% menor que o JPEG

Como se não bastasse, à alguns meses a empresa Google disponibilizou o código fonte do projeto e/ou produto VP8 como parte do projeto WebM, cujo objetivo foi proporcionar um formato de vídeo realmente livre para a internet. Agora (dia 01/10/2010), com  objetivo de turbinar a internet como um todo, libera o código fonte de um novo formato de imagem. O WebP que gera arquivos até 40% menores que o tradicional padrão JPEG. Segundo engenheiros do Google, a mudança de padrão seria importante pois 65% dos arquivos da web são imagens e 90% desses arquivos são JPEG. Os 10% restantes se dividem entre PNG e GIF, mais usados para ilustrações.

“O WebP usa codificação preditiva para codificar uma imagem, a mesma metodologia usada pelo codec de vídeo VP8 para comprimir quadros em vídeos. A codificação preditiva usa os valores de blocos de pixels vizinhos para prever os valores em um bloco e depois codifica somente a diferença (residual) entre os valores de fato e a predição. Os residuais tipicamente contém diversos valores zero, que podem ser comprimidos muito mais efetivamente. Os residuais são depois transformados, quantizados e codificados de acordo com a entropia, como usualmente. O WebP também usa tamanhos de blocos variáveis. ” Notícias Linux

Assim como o JPEG, criado em 1992, o novo WebP diminui a qualidade da imagem para que ela fique menor, tentando que essa queda não seja perceptível pelo olho humano.

Veja abaixo a tabela comparativa…

JPEG WEBP
136780 bytes 122260 bytes (10.6%)
JPEG WEBP
46768 bytes 36154 bytes (22.69%)
JPEG WEBP
936605 bytes 581514 (37.91%)
JPEG WEBP
1867802 bytes 1234926 (31.74%)
JPEG WEBP
3587691 bytes 3115308 (13.17%)
JPEG WEBP
1175642 bytes 864134 bytes (26.50%)
JPEG WEBP
1093968 bytes 368168 (66.35%)

Claro que como openSUSE Member, ainda esta semana disponibilizarei os binários no repositorio openSUSE. Por enquanto deixo a receita de bolo de como instalar a partir do código fonte.

Primeiramente, efeute o download, descompacte, entre na pasta webp/leptonlib-1.066/src/ e execute o comando make.

$ wget http://webp.googlecode.com/files/webp-leptonica-0.0.1.tar.gz
$ tar -zxvf webp-leptonica-0.0.1.tar.gz
$ cd webp/leptonlib-1.066/src/
$ make

A seguir, entre na paste libwebp e efetue a compilação novamente com o comando make.

$ cd ../../libwebp
$ make
g++ -Werror -fPIC -c -I../leptonlib-1.066/src -o libwebp.o webpimg.c
g++ -Werror -fPIC -O2  -I../leptonlib-1.066/src  -c -o webpconv.o webpconv.c
g++ -Werror -fPIC -o webpconv webpconv.o ../leptonlib-1.066/lib/nodebug/liblept.a -ljpeg -lpng -lz -lm libwebp.o -lvpx -lpthread

Atenção: Vale a pena mencionar que o requsito para as compilação acima, é o SDK da libvpx ( http://www.webmproject.org/code/).

Para converter, basta utilizar o utilizario webpconv:

$ ./webpconv -quality 80 teste/*.jpg

Guia Foca versão e-books

Acabo de assumir a manutenção do guia FOCA versão ePub. Agora o guia está disponível para os usuários Android, iPad, iPhone e outros leitores de ebook. Por que foi escolhido ePub? primeiramente porque é aceito por praticamente qualquer dispositivo leitor de e-Book, além de diariamente serem disponibilizados programas para sua leitura em outras plataformas como Linux (fbreader, stanza, etc.) e Symbian.

Download AQUI!

Tabela sub-rede IPv4

Uma sub-rede é uma divisão de uma rede de computadores. A divisão de uma rede grande em redes menores resulta num tráfego de rede reduzido, administração simplificada e melhor performance de rede. Para criar sub-redes, qualquer máquina tem que ter uma máscara de sub-rede que define que parte do seu endereço IP será usado como identificador da sub-rede e como identificador do host.

HostsNetmaskAmount of a Class C
/304255.255.255.2521/64
/298255.255.255.2481/32
/2816255.255.255.2401/16
/2732255.255.255.2241/8
/2664255.255.255.1921/4
/24256255.255.255.01
/23512255.255.254.02
/221024255.255.252.04
/212048255.255.248.08
/204096255.255.240.016
/198192255.255.224.032
/1816384255.255.192.064
/1732768255.255.128.0128
/1665536255.255.0.0256

Mozilla lança um novo conceito de telefone…

Se não for apenas boatos, a Mozilla esta preparando um novo conceito de celular com android Claro! No vídeo abaixo, veremos como  seria este novo aparelho: o Mozilla Seabird. Com design criado para a Concept Series do Mozilla Labs, o aparelho é uma exploração pela comunidade para imaginar como seria um celular aberto e voltado para a web. Os dois picoprojetores laterais são fantásticos. Confiram…

Dominando o Blu-Ray no Linux

Polêmicas a parte, foi disponibilizado no porta Viva O Linux um artigo onde veremos como reproduzir, copiar, ripar e assistir vídeos em discos blu-ray. Ressalto que este documento não tem como objetivo promover a pirataria e sim, proporcionar ao usuários dos discos originais assistirem à cópia dos seus filmes legais, assim evitando danos físicos na mídia original. A utilização indevida do conteúdo desde documento não é de responsabilidade do Viva o Linux ou do autor.

Leia o texto na íntegra AQUI!

eyeOS: Teste com nuvens no openSUSE…

Acabo de testar a nuvem eyeOS. no openSUSE 11.3 vale a pena testar… “Este projeto é um sistema para escritórios, de código aberto, gratuito e multi-plataforma que utiliza os conceitos da Cloud computing, baseado na área de trabalho de um sistema operacional. É licenciado sobre a licença GPL. O pacote básico inclui uma estrutura completa de um sistema operacional e algumas aplicações de escritório, como um processador de texto, calendário, gerenciador de arquivos, programa mensageiro, navegador, calculadora, entre outros.

eyeOS é um projeto que iniciou com um pequeno grupo de programadores em Barcelona, na Espanha. Ele usa os poderes atuais do HTML, PHP, AJAX e JavaScript para disponibilizar um ambiente de área de trabalho dinâmico e com mobilidade. A diferença para outros ambientes de trabalho é que você inicia a sua área de trabalho e todos os aplicativos do eyeOS de dentro de um navegador de Internet.”  fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/EyeOS

Para quem preferir um appliance do openSUSE, basta fazer o download em http://lin.cat/eyeOS_1.8.5.0-1.tar.gz e seguir a instruções neste link: http://jordimassaguerpla.blogspot.com/2009/04/eyeos-web-desktop-appliance.html

Cobertura do Kretcheu Vídeo Blog no VOLDAY 2.

Abaixo a cobertura do Kretcheu Vídeo Blog, em Bebedouro no segundo Volday. Aqui as entrevistas com palestrantes. O evento foi um sucesso e gratificante! Agradeço em nome da organização a cobertura.

Vídeo de abertura da cobertura do Volday2.

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Entrevista com Prof. Mestre Walison Barberá (Fafibe)

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Entrevista com Rodrigo Campos (Etec)

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Entrevista com Alessandro faria aka Cabelo (Neti)

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Entrevista com Mauro (Backtrack Brasil)

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Entrevista com Felipe Sanches (Universal Subtitles)

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Encerramento Fábio Bebert e comunidade

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